O doce faz parte da cultura alimentar de muitas famílias. Está presente em festas, momentos de celebração, nas prateleiras dos mercados e, muitas vezes, nas recompensas do dia a dia. Mas será que estamos oferecendo doces de forma equilibrada às crianças?
O consumo de doce na infância é um tema importante quando falamos de saúde, desenvolvimento e comportamento alimentar. Neste teste, você poderá refletir sobre como lidar com esse assunto e descobrir estratégias para promover uma relação mais saudável com os doces no dia a dia.
Por que é importante prestar atenção ao consumo de doce na infância?
Os primeiros anos de vida são fundamentais para formar hábitos que tendem a se manter na vida adulta. Quando há excesso de açúcar na alimentação infantil, os riscos vão muito além da saúde bucal. A criança pode apresentar:
- Maior seletividade alimentar
- Preferência exagerada por alimentos doces
- Aumento do risco de sobrepeso e obesidade
- Dificuldades no controle de impulsos
- Problemas de concentração, foco e regulação emocional
Além disso, o consumo frequente de doces como recompensa ou chantagem emocional pode interferir na construção de uma relação saudável com a comida.
Leia também: Doce com a comida? 4 estratégias para lidar com os doces
Faça o teste: como você lida com o consumo de doces na infância?
Agora que você já refletiu sobre esse tema tão importante, é hora de descobrir como está sua abordagem no dia a dia. Responda o quiz abaixo com sinceridade e receba dicas práticas adaptadas ao seu perfil.
O açúcar precisa ser totalmente proibido?
Não! A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de evitar o consumo de açúcares adicionados até os 2 anos de idade. Após isso, o importante é buscar o equilíbrio, com atenção à quantidade, qualidade e ao contexto em que o doce é oferecido.
👉 Não é sobre “nunca pode”, mas sobre quando, como e por que o doce está sendo incluído nas refeições da criança.
Como oferecer doces para crianças de forma equilibrada?
A melhor forma de oferecer doces para crianças de forma equilibrada é inseri-los como parte da refeição, junto com outros alimentos, evitando usá-los como recompensa. Isso ajuda a criança a desenvolver uma relação saudável com os doces, entendendo que eles fazem parte da alimentação, mas não são melhores nem piores do que outros alimentos.
- Não usar doces como troca por bom comportamento
- Evitar associar doces a momentos de tristeza ou frustração
- Não transformar o doce em um alimento “proibido”
- Estar presente no momento e conversar com a criança sobre o que está comendo
Dica extra: doces caseiros são aliados
Quando possível, priorize preparações feitas em casa, como bolos simples, biscoitos e docinhos naturais. Assim, é possível controlar a quantidade de açúcar e usar ingredientes mais nutritivos. O app Garfinho, por exemplo, tem diversas receitas com pouco ou nenhum açúcar, perfeitas para crianças.
E quando a criança pede doce o tempo todo?

Essa é uma situação comum. Em vez de negar ou ceder sempre, vale:
- Oferecer uma alternativa saudável (como uma fruta)
- Propor que o doce seja consumido junto com a próxima refeição
- Compartilhar o momento com a criança, valorizando o vínculo
- Evitar transformar o doce em um objeto de barganha
Ao agir assim, você ajuda a criança a aprender que o doce pode fazer parte da alimentação, mas sem ocupar um lugar central ou emocional.
O consumo de doce afeta as emoções?
Sim! Embora muita gente acredite que o doce “acalma” ou “faz bem”, o consumo excessivo pode gerar picos de energia seguidos de irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração. Por isso, o ideal é manter o equilíbrio e observar os sinais da criança.
Continue aprendendo com o app Garfinho
Se você se preocupa com a alimentação do seu filho e quer ideias práticas para refeições equilibradas, inclusive sugestões de lanches e doces caseiros, conheça o app Garfinho. Lá você encontra:
- Receitas rápidas e nutritivas para crianças
- Sugestões de lanches com menos açúcar
- Conteúdo educativo sobre autonomia alimentar
👉 Baixe o app Garfinho aqui e torne a alimentação da sua criança mais leve, saudável e consciente.
